Archive for the ‘ Cultura ’ Category

Eu e o Método DeRose

Há cerca de quatro anos eu travei contato com o Método DeRose e há dois que eu realmente tenho me dedicado e o pratico diariamente. Esta cultura desaconselha o consumo de qualquer tipo de drogas, álcool, fumo e carnes. Oras, desde quando isso foi mesmo bom para o ser humano? Ensina como respirar melhor, como relaxar, como concentrar-se e cultivar qualidade de vida. A principal ferramenta do Método é o Yôga, uma milenar filosofia indiana, que foi sistematizada pelo educador DeRose. Esqueça qualquer coisa zen noção que você já tenha ouvido falar sobre isso, as práticas são fortes e intensas! Este método hoje está presente em quase todos os estados do Brasil, e em diversos países da América e Europa. Somos um grande e unido grupo. A egrégora é linda, pessoas que se querem bem, alegres e felizes, com objetivos de vida que andam no mesmo horizonte… E o melhor de tudo é que é prático, é qualidade de vida na prática. Você começa a praticar e já começa a sentir os efeitos no seu corpo, ganhando mais disposição para fazer qualquer coisa, com mais energia para realizar novos projetos e uma maior concentração, a qual você pode canalizar para o que quiser. Através da adoção da alimentação biológica, o seu paladar fica mais refinado e você começa a valorizar mais a nutrição e a arte da culinária. É muita coisa boa, tem muita coisa que quero muito compartilhar aqui, mas vamos falando mais sobre isso aos poucos.

Hoje estou muito feliz. Esta noite viajo para Floripa para começar a formação profissional para tornar-me Instrutora do Método DeRose! Essa era uma vontade que vinha crescendo em mim e eu consegui identificá-la e cá estou, feliz da vida com a nova decisão! Este ano, portanto, será de muitos estudos para que eu possa absorver ao máximo os ensinamentos que receberei para passar adiante a muitas pessoas!

Hoje, ainda temos mais comemorações: é o dia do aniversário do Comendador DeRose, e este ano ele completa 50 anos de magistério! Parabéns!! Em homenagem a este grande educador, a data de 18 de fevereiro  foi promulgada por lei como o Dia do Yôga em 13 estados do Brasil.

Ficou curioso para conhecer este Método? Clique aqui e descubra um novo universo, bem pertinho de você!

Mestre DeRose e a galera no Festival de Floripa!

Mestre DeRose e a galera no Festival de Floripa!

Às vezes, parece que nossas mães não querem entender o que queremos dizer e a conversa fica um pouco difícil. Esse vídeo muito original retrata isso de uma maneira bem humorada, hehe:

PS: Excusas às mães, mas o vídeo é realmente legal.

Em relação a livros que inspiraram filmes eu prefiro sempre seguir esta mesma ordem, ler o livro e depois ver o filme. Assim aconteceu com Olga, Ensaio sobre a cegueira, O caçador de pipas, O código da Vinci e outros. Porém, depois de assistir três vezes o filme “Poder além da vida” (do original Peaceful Warrior), eu quis saber um pouco mais sobre a história de aprendizado e superação que me encantou. Fui atrás e descobri o livro “O caminho do guerreiro pacífico”.

Livro

Livro

A história é baseada em um caso verídico da vida de Dan Millman. Dan é um estudante universitário e atleta de ginástica olímpica que tem uma boa vida, muitas garotas e uma carreira promissora, porém, ele sente que falta algo em sua vida. Após acordar de um pesadelo, Dan acaba entrando em um posto de gasolina onde conhece Sócrates e a partir de então, começa uma viagem de autodescoberta, quebrando seus paradigmas e conhecendo um novo mundo.

O filme e o livro me fascinaram pois eles nos propõem uma reflexão interior, de como levamos a vida, dos nossos hábitos, da nossa falta de concentração, de foco… É possível fazer muitos links com a filosofia do Yôga, pois para trilhar a caminhada da evolução, é necessário cultivarmos bons hábitos, mudarmos algumas atitudes, costumes, visões de mundo para que, pouco a pouco, possamos de fato vivenciar o autoconhecimento.

Lendo o livro pude descobrir muitas conversas entre os dois, detalhes que são impossíveis de serem passados no filme. Algumas das lições que podemos tirar são:

- Saber o que realmente o que se quer da vida e qual o seu poder em relação a esta vontade. Acumular conhecimentos não basta, é necessário sabedoria para por em prática o conhecimento e agir.

- Ter senso de humor, especialmente sobre si mesmo. É a força por trás de toda atitude.

- O hábito é um problema. É preciso estar consciente de suas escolhas e ser responsável pelos seus atos.

- A felicidade está na jornada, e não no destino. Curta o caminho.

- Cultivar o poder de mudança: nada permanece o mesmo.

cena do filme

cena do filme

Deixo aqui então esta dica de filme e livro. Realmente é um grande aprendizado. Estou no processo de assimilar e colocar muitos ensinamentos em prática, que é o que de fato importa.

Twitter do Dan Millman a quem interessar: http://twitter.com/pwDan

Trailer:

“Todos lhe dizem o que fazer e o que é bom pra você. Não querem que você encontre suas próprias respostas. Querem que você acredite nas respostas deles. Pare de escutar os outros e ouça o que tem no seu interior.”

“As pessoas temem o que há por dentro. Mas é o único lugar onde encontrarão respostas”.

“Todos lhe dizem o que fazer e o que é bom pra você. Não querem que você encontre suas próprias respostas. Querem que você acredite nas respostas deles. Pare de escutar os outros e ouça o que tem no seu interior.”
“As pessoas temem o que há por dentro. Mas é o único lugar onde encontrarão respostas”.

Quando eu vi o vídeo do dia 26 de agosto do programa “Qual é o seu talento?” no qual se apresentaram Leon de 75 anos e seu parceiro e amigo Edson Silva eu tive quase certeza que Leon era vegetariano. A dupla apresenta o número chamado “Tempo” e no final da apresentação, Leon, super simpático e sorridente, diz praticar exercícios regulares e ter uma alimentação balanceada. Não revelou que era vegetariano, mas eu fiquei pensando “fazer o que ele faz aos 75 anos de idade não é para qualquer um, tem um detalhe especial nesta história..” Passou. Há uns dias atrás estou folheando a edição de outubro da Revista dos Vegetarianos e me deparo com uma entrevista com ele na qual revela que há 45 anos não come mais carnes. Parou para dar força ao seu pai que precisava mudar a alimentação por causa da saúde. Aconteceu que seu pai não dar continuidade ao vegetarianismo e ele sim. Leon esbanja disposição.

Para mim já está muito mais do que evidente que este sistema alimentar é o mais adequado, pois nos proporciona leveza, vitalidade e saúde generalizada. Mas é sempre muito bom ver e refletir sobre estes exemplos pois podemos afirmar com ainda mais vigor os seus benefícios.

O que a dupla demonstrou no programa? Eu não preciso comentar, basta que você  assista o vídeo abaixo e tire as suas próprias conclusões! Invista um tempo nele e assista até o final. É impressionante e, acima de tudo, emocionante!

“Me sinto maravilhosamente bem, pois quando o organismo funciona bem em todos os sentidos, há uma resposta do corpo, da musculatura e do cérebro”. José Leão Schlosser, o Leon.

Pra tudo na vida é assim, não adianta. Muitas vezes custa muito que demos o primeiro passo. Ah, como é difícil. Eu mesma demorei tanto para ter um blog, mesmo gostando muito de escrever. Nós sabemos que temos que mudar certa atitude, sabemos que não é legal comer o doce logo após o salgado e também sabemos que, muitas vezes, é melhor ouvir do que sair falando. (Isso para não falarmos das grandes mudanças). Mas a distância entre saber e o fazer pode ser bem menor. Tenho tentado todos os dias me puxar para fazer o melhor e criar novos condicionamentos para ter hábitos melhores. Mas não é lá tão fácil mudar a direção dos nossos pensamentos, já que os hábitos depois de criados são fortes. Após realizada uma ação, fica mais fácil realizá-la de novo, seja para o bem ou para o mal e isso é fato comprovado. Mas mudar não é tarefa impossível, cabe a nós querermos, em primeiro lugar. No fundo a gente sabe onde estão as respostas e o que irá nos motivar para mudar e evoluir.

O documentário Quem somos nós?, título original What the Bleep do We Know?, trata muito bem deste assunto. De como os nossos maus condicionamentos podem guiar a nossa vida, se não tomarmos uma atitude. A protagonista mostra que é possível passar de simples vítima das circunstâncias para alguém que pode realmente deter o controle sobre seus sentimentos e sua existência. Vale muito a pena assistir a este documentário na íntegra. Lembremos ainda: tão importante quanto a iniciativa é também a “acabativa”.

Vamos começar a caminhar?

Boa sexta-feira!

Já falei um pouco sobre não acreditar aqui no blog, volto com este assunto hoje pois considero de extrema importância que criemos este hábito. Hoje usarei das palavras de alguém que conhece muito bem deste assunto e escreve de uma forma que não deixa dúvidas, o educador e escritor DeRose. O trecho foi retirado do livro “Boas Maneiras no Yôga”.

Em fofoca não se deve acreditar, nem nas mais ingênuas. Jamais encorajá-las. Lembre-se que o fofoqueiro é um pombo-correio que leva e traz. O que ele estiver fofocando sobre o Beltrano ausente, provavelmente fofocará a seu respeito assim que você virar as costas. Corte habilmente o assinto ou retire-se sem muito alarde.

Lembre-se do axioma n. 1 do SwáSthya Yôga:  Não acredite. Esse é o nosso primeiro dispositivo para neutralizar fofocas.

O dispositivo n. 2 é não passar adiante nenhuma observação que mencione o nome de alguém. Se o comentário tiver nome, morre ali.

O dispositivo n. 3 é o acordo tácito entre nós de que quando alguém tiver algo a comentar, não mandará recado, mas sim falará diretamente com a pessoa interessada.

O dispositivo n. 4 é a confiança e a certeza de que nosso amigo ou companheiro está cumprindo o dispositivo número 3, acima.

O dispositivo n. 5 é o exercício usado na antiguidade e que chegou aos nossos tempos com o nome de telefone sem fio, o qual consiste em formar-se um círculo de pessoas e passar uma frase à primeira, para que ela passe adiante e assim sucessivamente até que chegue ao último do círculo. As distorções são tão grandes e absurdas que nos fazem compreender como surgem os falsos rumores. E, ao mesmo tempo, vacinam as pessoas mais inteligentes para que não acreditem no que ouvirem, seja lá de quem vier a notícia, até das mais críveis.

Os quatro filtros

Antes de passar um comentário adiante, pense:

  1. É verdade?
  2. Tem certeza?
  3. É útil?
  4. Vai contribuir para fazer as pessoas mais felizes?

Se não satisfazer a cada um desses crivos, não passe o comentário para frente. Utilizando este dispositivo, você estará praticamente protegido contra o vírus malsão dessa doença chamada fofoca.

Cito aqui ainda um artigo do Alexandre possivelmente relacionado com este post. Neste artigo ele fala sobre o cantor Wilson Simonal e a difamação sofrida por ele. Aqui o link:  http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/wilson-simonal-e-a-velha-historia-de-difamacao/

Aproveitem!!

Apresento a vocês hoje um entrevista muito bem feita pelo jornalista português António Mateus. O entrevistado é o educador DeRose. Digo que a entrevista foi bem conduzida pois o entrevistador tinha conhecimento do assunto em questão e soube fazer as perguntas adequadas. Assim, pudemos tirar o máximo proveito das respostas obtidas.

O desenrolar da conversa nos mostra uma filosofia de vida, uma cultura. Vale a pena se despir de velhos paradigmas e preconceitos bobos e tentar assimilar as boas idéias e formas de percepção da vida que esta conversa nos proporciona. Não há nada a perder mas há muito a ganhar.

Clique aqui e faça o download da entrevista.

Neste assunto, há algum tempo venho criando o hábito de não acreditar. Não acreditar em desde aquilo que uma vizinha me diz na esquina até aquilo que vejo na tv, revistas ou internet. Isso porque é muito fácil que a mensagem não venha até mim (ou você) como realmente é. Prefiro ir em busca das informações, se possível na fonte, e assim conhecer muito bem os fatores ligados ao assunto para formar a minha opinião, que pode ser mudada a qualquer momento com base em novos conhecimentos adquiridos. Faço isso porque é o que gostaria que fizessem comigo ou perante o meu negócio, ou seja, que venham até ele para conhecê-lo e assim tirarem suas próprias conclusões, baseando-se no que se vê, no que se sente. Isso é muito importante pois do contrário acabamos sendo “maquininhas” de repetir e de agir, o que tira toda a originalidade e veracidade dos fatos. É muito feio e deselegante falar mal do que – ou de quem – não se conhece. O “não acredite” é o axioma número um do Método DeRose.

Bem, gostaria muito que você assistisse à entrevista, e, se gostar, que divulgasse aos seus amigos. Invista uma hora do seu dia nesta conversa e perceba outras possibilidades. É uma bela forma de viver! Requer mudanças sim, mas “toda evolução pressupõe mudança” (Ricardo Mallet). E é rumo a ela que caminhamos.

 

PS: Em Chapecó você encontra esta filosofia aqui.

Le Français

Sempre gostei de aprender. Aprender uma nova língua então é uma delícia, me dá prazer. Acho mágico, por exemplo, passar a entender uma música que antes não se entendia, passar a cantá-la melhor e com mais significado. Comecei aprendendo inglês, estudei também italiano (esse ainda vai ter o seu merecido post) e agora estou aprendendo francês.  Estou amando..  o idioma é lindo e nos remete ao romantismo!

Quando estive no Canadá, em janeiro de 2007, visitei a província francesa de Québec. Ela é a maior província do país e a segunda mais habitada. Por sua forte influência francesa, tornou-se diferente das demais destancando-se principalmente pela belíssima arquitetura de suas cidades.  A cidade do Québec, capital da província, é muito charmosa e penso que deve se parecer muito com as cidades francesas. Naquele momento eu ainda não falava francês, só entendia o “bonjour” e o “merci” :) Hoje já conseguiria me comunicar um pouco melhor por lá, sem ter que recorrer ao inglês!

Cidade do Québec - Hotel de Gelo

Cidade do Québec - Hotel de Gelo

 

 

Mont-Tremblant - Québec

Mont-Tremblant - Québec

Em meio ao aprendizado da língua acabei conhecendo muitas músicas legais. Hoje posto aqui uma música linda da cantora Carla Bruni. L’amour! Très belle!

PS1: Tenho a sorte de contar com a Fernanda, minha querida sogra, que é professora de francês e que mesmo a distância me dá ótimas dicas, sempre!

PS2: Bises pour ma chéri professeur Michele.