Aflorar. Deixar-se conhecer. Deixar-se questionar e se sentir bem com isso. Procurar. Querer saber mais e conhecer mais. Muitas vezes este sentimento está presente e não conseguimos deixar que isso venha à tona. Permitir-se descobrir um novo mundo, pleno de possibilidades e realidades. Como é bom sentir que a cada dia me conheço mais e posso ir mais além, permitindo-me estar com a cabeça nas nuvens e os pés no chão. Saber que estou aprendendo algo muito nobre e estou muito próxima de compartilhar essas descobertas com muitas pessoas. Sempre adorei a idéia de ensinar. Estou vivendo um grande momento.
Pensamentos de uma sexta-feira à noite.
O livro Eu me lembro, do Educador DeRose, é um relato poético inspirado em um povo que viveu há muito tempo atrás, em algum lugar do mundo. Um livro muito gostoso de ler, de uma sensibilidade marcante e que traz em sua narrativa os principais conceitos do Método DeRose.
Abaixo um dos capítulos, o qual aborda a religião sob o aspecto naturalista.
“Mercadores e outros viajantes vindos de terras distantes, passando pela nossa região, comentavam que éramos um povo estranho por nossa forma de ser e, mais ainda, pela nossa religião. Eu não achava nosso povo na da estranho. Estranhos eram os outros, que tinham o semblante contraído, carregavam pesados símbolos religiosos e eram obrigados a fazer rituais e oferendas a deuses que eles nunca haivam visto, mas juravam que existiam.
Eles achavam curioso que não tivéssemos templos e que reverenciássemos as forças da natureza. A estas, não as chamávamos de deuses. Simplesmente prestávamos reverência ao sol, que nos iluminava e aquecia; às arvores, que nos proporcionavam alimento, sombra e madeira para construir nossas casas; aos rios, que possibilitavam a vida de todos os vegetais e animais. Não precisávamos de símbolos para adorá-los, pois a Natureza estava à nossa volta. Se queríamos reverenciar o sol, não precisávamos de um símbolo solar, bastava voltarmo-nos para ele, que estava ali todos os dias. À noite, a lua e o céu estrelado eram por si só um magnífico templo abobadado sobre as nossas cabeças, a influenciar nossas colheitas, a gestação de nossas mulheres e o comportamento de todos, até dos animais.
Nós podíamos ver aqueles que cultuávamos. Isso tornava nossa reverência muito mais concreta. Quando semeávamos, agradecíamos à terra. Quando colhíamos, agradecíamos à planta que nos cedia o alimento. Quando nos banhávamos nos rios ou quando bebíamos a água das fontes, agradecíamos por ela estar ali para purificar-nos o corpo e nos saciar a sede. Por isso, não precisávamos de sacerdotes, nem de rituais.
Observamos várias vezes entre forasteiros que, quando algum deles caía doente ou sofria um acidente, ou qualquer outra ocorrência infeliz, quase sempre eles atribuíam a desventura à ira dos deuses ou outros seres sobrenaturais por alguma falta cometida. Entre nosso povo, ao contrário, quando alguém ficava enfermo, feria-se ou morria, aceitávamos, simplesmente, que essas coisas acontecem, estávamos testemunhando isso ocorrer o tempo todo com os animais e com as plantas, que também adoeciam, sofriam acidentes e morriam, naturalmente. E procurávamos tirar da experiência algum aprendizado para evitar, na medida do possível, que o fato desditoso se repetisse. Éramos muito mais felizes que os estrangeiros, uma vez que não nutríamos medos nem culpas”.
No blog da Instrutora Fernanda Rengel você encontra mais um lindo capítulo deste livro, foi daí que me inspirei para publicar este!
Ontem tivemos sat chakra em nosso núcleo de Yôga em Chapecó. Sat chakra é um círculo de mentalizações, em que aprendemos a usar o poder da nossa mente. Tivemos passagens de grau, entre elas a minha: agora sou graduada! Para o nosso encontro preparei uma torta salgada que ficou muito saborosa, segue a receita:
Ingredientes:
- 1 kg de batatas cozidas
- 2 xícaras de farinha de trigo
- 50 g de queijo parmesão
- 4 colheres (sopa) de manteiga
- 2 colheres (chá) de fermento em pó
- 500 g de queijo de minas ou provolone
- óregano, tomilho ou manjericão a gosto
- sal a gosto
Modo de fazer:
- Passe as batatas descascadas pelo espremedor;
- Misture-as com a farinha de trigo, o queijo ralado, a manteiga, o fermento e o sal. Amasse até que todos os ingredientes fiquem bem ligados.
- Espalhe metade da massa, com as mãos umedecidas, numa fôrma untada e enfarinhada. Arrume por cima o queijo cortado em fatias, polvilhe com algum tempero verde e por fim cubra o restante da massa.
- Passe um pouco de manteiga ou óleo por cima e leve para assar em forno médio durante 40-50 minutos.
Eu acrescentei alho-poró, hmmm ficou bem bom!
Receita retirada do livro O gourmet vegetariano, de Rosângela de Castro, pg. 160.
Hello people!!
Acho que agora vou conseguir atualizar mais o blog, já fiz aquela prova e passei (eeeeeee). Tenho ainda mais uma a fazer, mas agora estou mais segura e pretendo fazer melhor!
Fim de semana próximo estarei em Floripa (again!) para formatura do Alexandre e curso com o Mestre DeRose! Acho que depois disso eu dou uma sossegada em casa.
Achei estas dicas de como ter “a lovely day” e gostei, são todas simples e realmente podem fazer a diferença no seu dia. Eu ainda acrescentaria mais uma: dê um abraço forte e gostoso em alguém, so good, so good…
Estou aparecendo pouco por aqui. Isso porque ultimamente tenho estudado muito. No fim deste mês faço a primeira prova para tornar-me Instrutora do Método DeRose.
Falando no Método, assista à esta pequena entrevista que O Estadão fez com o educador DeRose. Em apenas dez minutos podemos conhecer um pouco mais da intimidade deste grande homem. Sinto-me feliz por ter um Mestre vivo, sensível e extremamente lúcido.
A leiteira já estava em cima do fogão. Despejou-se nela um litro de leite e também um pouco daquele líquido consistente e delicioso, o leite condensado. O fogão foi ligado e a alquimia, pouco a pouco, iniciou. A ação tornou-se com mais sentido e cor, quando colheres de chocolate em pó começaram a deslizar da colher rumo àquela combinação… Talvez uma colherada de café caia bem também. Pausa para recostar-se sobre a janela e admirar o céu num tom um pouco mais escuro que de costume, o vento que move as as folhas em velocidades disformes… Um cenário possível de se contemplar por horas… Mas, não se pode olvidar que há algo em plena transformação na cozinha. Assim, o fogo é desligado e a caneca preferida é retirada do armário. Os dois, caneca e líquido cremoso de tom escuro, fundem-se e recebem o pó de canela para dar o toque final. Hmm.. o aroma é inconfundível. Vou ao sofá e me sento naquele ladinho que eu mais gosto. A caneca aquece minhas mãos enquanto me coloco a pensar nos bons momentos do dia, as pessoas que encontrei e os sorrisos compartilhados. Viver, é realmente uma experiência fabulosa. Extraordinário e ainda melhor é quando temos alguém com quem compartilhar esses momentos! Inspiração para um chocolate ainda mais gostoso.
Seja bem-vindo, inverno! Gosto muito dessa sua passagem em minha vida! Traga consigo muitos sorrisos, temperados com um delicioso líquido cor de chocolate!

très délicieux
No próximo sábado, dia 22 de maio teremos em nosso Núcleo de Yôga de Chapecó um curso de introdução ao Yôga Antigo. Será uma ótima oportunidade para conhecer esta filosofia de vida milenar, pois além de toda a gama de informações obtidas no curso, você ainda ganha um mês de práticas para efetivamente sentir os efeitos da prática!
As inscrições também podem ser feitas comigo.

Investimento: R$ 95,00
Ministrante: Marcia Zanchi – Presidente da Federação de Yôga do Ceará
Local: Núcleo Cultural de Yôga Antigo – Rua Barão do Rio Branco, 32-E, sala 202.
O termo tolerância vem do latim tolerare (sustentar, suportar) e designa o grau de aceitação diante de um elemento contrário a uma regra social, cultural, moral… Considero este um dos mais nobres sentimentos que o ser humano pode ter. Saber compreender as diferenças é um hábito que se cultiva dia após dia e é mérito de poucos. Dias atrás vi este cartoon no Blog do DeRose que trata deste assunto:

Realmente existem muitas pessoas que pensam assim. Um exercício legal é pegar este exemplo para olharmos para nós mesmos, para nossas atitudes com o objetivo de perceber se não estamos pensando desta forma, com a mente fechada, em relação a outros fatores.. Tantas coisas que julgamos errado ou diferente demais, para o nosso vizinho ali do lado pode ser normal. A ilustração também nos remete a intolerância religiosa, no sentido da pessoa que é religiosa não compreender que outra pessoa simplesmente possa não ser.
Só nos permitindo conhecer outras visões de mundo e compartilhando experiências é que poderemos realmente crescer e evoluir.
Mais um mês se passou, eu já fui pra Floripa mais uma vez para o curso de complementação e só agora pude aparecer aqui! Que mês mais corrido este, ufa! A viagem à Floripa foi muito gostosa, pratiquei muito e voltei com muita energia e determinação para realizar mais algumas mudanças positivas em minha vida, em meu comportamento.. Foi ótimo estar ao lado de pessoas tão queridas! Valeu pela acolhida e pelos deliciosos cafés que tomamos juntos!
Até a viagem de volta no ônibus foi legal, voltei escutando música.. Nossa, como eu me sinto bem ouvindo música, é incrível a sensação que sinto toda vez que me dedico a apenas ficar ali, ouvindo… até me peguei rindo sozinha, coisa boa!
Lá assisti a dois filmes no cinema, o primeiro foi “Simplesmente Complicado”, com a Meryl Streep, Alec Baldwin e Steve Martin. Elenco de peso, adorei!! É muito divertido e rende ótimas risadas!! Amo a Meryl Streep, que mulher de expressão! E o segundo foi “O livro de Eli” com o Denzel Washington no papel principal. Foi bom também, mas até uma certa parte, pois como disse o Alexandre, “o cara só não morre porque o diretor não quer” hehe.. O filme retrata um futuro pós-apocalíptico, assunto que está na moda agora, mas assistir a performance do Denzel sempre vale a pena!
Uma ótima semana a todos! Pra mim está sendo ótimo com este tempo mais fresquinho.. maravilha para tomar muito mate e cafés
Beijões!

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Out.21,2010
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