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	<title>Blog de Sarita Borges &#187; DeRose</title>
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	<description>C&#039;est la vie</description>
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		<title>Eu me lembro&#8230; A Religião</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Oct 2010 19:11:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sary</dc:creator>
				<category><![CDATA[SwáSthya!]]></category>
		<category><![CDATA[DeRose]]></category>
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		<category><![CDATA[naturalista]]></category>
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		<category><![CDATA[pôr-do-sol]]></category>
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		<description><![CDATA[O livro Eu me lembro, do Educador DeRose, é um relato poético inspirado em um povo que viveu há muito tempo atrás, em algum lugar do mundo. Um livro muito gostoso de ler, de uma sensibilidade marcante e que traz em sua narrativa os principais conceitos do Método DeRose. Abaixo um dos capítulos, o qual aborda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O livro <strong>Eu me lembro, </strong>do Educador DeRose, é um relato poético inspirado em um povo que viveu há muito tempo atrás, em algum <em><strong><span style="font-style: normal;"><span style="font-weight: normal;">lugar do mundo. Um livro muito gostoso de ler, de uma sensibilidade marcante e que traz em sua narrativa os principais conceitos do Método DeRose.</span></span></strong></em><em><strong> </strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Abaixo um dos capítulos, o qual aborda a religião sob o aspecto naturalista.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Mercadores e outros viajantes vindos de terras distantes, passando pela nossa região, comentavam que éramos um povo estranho por nossa forma de ser e, mais ainda, pela nossa religião. Eu não achava nosso povo na da estranho. Estranhos eram os outros, que tinham o semblante contraído, carregavam pesados símbolos religiosos e eram obrigados a fazer rituais e oferendas a deuses que eles nunca haivam visto, mas juravam que existiam.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Eles achavam curioso que não tivéssemos templos e que reverenciássemos as forças da natureza. A estas, não as chamávamos de deuses. Simplesmente prestávamos reverência ao sol, que nos iluminava e aquecia; às arvores, que nos proporcionavam alimento, sombra e madeira para construir nossas casas; aos rios, que possibilitavam a vida de todos os vegetais e animais. Não precisávamos de símbolos para adorá-los, pois a Natureza estava à nossa volta. Se queríamos reverenciar o sol, não precisávamos de um símbolo solar, bastava voltarmo-nos para ele, que estava ali todos os dias. À noite, a lua e o céu estrelado eram por si só um magnífico templo abobadado sobre as nossas cabeças, a influenciar nossas colheitas, a gestação de nossas mulheres e o comportamento de todos, até dos animais.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Nós podíamos ver aqueles que cultuávamos. Isso tornava nossa reverência muito mais concreta. Quando semeávamos, agradecíamos à terra. Quando colhíamos, agradecíamos à planta que nos cedia o alimento. Quando nos banhávamos nos rios ou quando bebíamos a água das fontes, agradecíamos por ela estar ali para purificar-nos o corpo e nos saciar a sede. Por isso, não precisávamos de sacerdotes, nem de rituais.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Observamos várias vezes entre forasteiros que, quando algum deles caía doente ou sofria um acidente, ou qualquer outra ocorrência infeliz, quase sempre eles atribuíam a desventura à ira dos deuses ou outros seres sobrenaturais por alguma falta cometida. Entre nosso povo, ao contrário, quando alguém ficava enfermo, feria-se ou morria, aceitávamos,  simplesmente, que essas coisas acontecem, estávamos testemunhando isso ocorrer o tempo todo com os animais e com as plantas, que também adoeciam, sofriam acidentes e morriam, naturalmente. E procurávamos tirar da experiência algum aprendizado para evitar, na medida do possível, que o fato desditoso se repetisse. Éramos muito mais felizes que os estrangeiros, uma vez que não nutríamos medos nem culpas&#8221;.</em></p>
<div id="attachment_488" class="wp-caption aligncenter" style="width: 378px"><a href="http://saritaborges.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/DSC001652.jpg" rel="lightbox[481]"><img class="size-large wp-image-488  " src="http://saritaborges.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/DSC001652-768x1024.jpg" alt="" width="368" height="491" /></a><p class="wp-caption-text">Eu e o querido autor!</p></div>
<div id="attachment_493" class="wp-caption aligncenter" style="width: 378px"><a href="http://saritaborges.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/DSC00160.jpg" rel="lightbox[481]"><img class="size-large wp-image-493  " src="http://saritaborges.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/DSC00160-1024x768.jpg" alt="" width="368" height="277" /></a><p class="wp-caption-text">Felicidade!</p></div>
<p style="text-align: justify;">No <a href="http://fernandarengel.blogspot.com/2010/09/o-por-do-sol.html" target="_blank">blog</a> da Instrutora Fernanda Rengel você encontra mais um lindo capítulo deste livro, foi daí que me inspirei para publicar este!</p>
<p style="text-align: left;">
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		<title>How to have a lovely day!</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 22:39:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sary</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[brownie]]></category>
		<category><![CDATA[DeRose]]></category>
		<category><![CDATA[Floripa]]></category>
		<category><![CDATA[how to have a lovely day]]></category>

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		<description><![CDATA[Hello people!! Acho que agora vou conseguir atualizar mais o blog, já fiz aquela prova e passei (eeeeeee). Tenho ainda mais uma a fazer, mas agora estou mais segura e pretendo fazer melhor! Fim de semana próximo estarei em Floripa (again!) para formatura do Alexandre e curso com o Mestre DeRose! Acho que depois disso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Hello people!!</p>
<p style="text-align: justify;">Acho que agora vou conseguir atualizar mais o blog, já fiz aquela prova e passei (eeeeeee). Tenho ainda mais uma a fazer, mas agora estou mais segura e pretendo fazer melhor!</p>
<p style="text-align: justify;">Fim de semana próximo estarei em Floripa (again!) para formatura do Alexandre e curso com o Mestre DeRose! Acho que depois disso eu dou uma sossegada em casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Achei estas dicas de como ter &#8220;a lovely day&#8221; e gostei, são todas simples e realmente podem fazer a diferença no seu dia. Eu ainda acrescentaria mais uma: dê um abraço forte e gostoso em alguém, so good, so good&#8230;</p>
<p><a href="http://saritaborges.com/blog/wp-content/uploads/2010/09/how-to-have-lovely-day-blog-sarita-borges.jpg" rel="lightbox[457]"><img class="aligncenter size-full wp-image-458" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border: 0px initial initial;" src="http://saritaborges.com/blog/wp-content/uploads/2010/09/how-to-have-lovely-day-blog-sarita-borges.jpg" alt="" width="440" height="450" /></a></p>
<div><a href="http://saritaborges.com/blog/wp-content/uploads/2010/09/how-to-have-lovely-day-blog-sarita-borges.jpg" rel="lightbox[457]"></a><span style="color: #0000ee;"><span style="text-decoration: underline;"><br />
</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">Boa semana a todos!</p>
<p style="text-align: justify;">Agora vou lá dar uma olhada no meu brownie que está no forno humm.. impossível não começar a semana bem hehe&#8230;</p>
</div>
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		<title>Fofoca? Não acredite. Não ouça. Não incentive.</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 11:01:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sary</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[DeRose]]></category>
		<category><![CDATA[difamação]]></category>
		<category><![CDATA[fofoca]]></category>
		<category><![CDATA[não acredite]]></category>

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		<description><![CDATA[Já falei um pouco sobre não acreditar aqui no blog, volto com este assunto hoje pois considero de extrema importância que criemos este hábito. Hoje usarei das palavras de alguém que conhece muito bem deste assunto e escreve de uma forma que não deixa dúvidas, o educador e escritor DeRose. O trecho foi retirado do livro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já falei um pouco sobre <strong>não acreditar</strong> aqui no blog, volto com este assunto hoje pois considero de extrema importância que criemos este hábito. Hoje usarei das palavras de alguém que conhece muito bem deste assunto e escreve de uma forma que não deixa dúvidas, o educador e escritor DeRose. O trecho foi retirado do livro &#8220;Boas Maneiras no Yôga&#8221;.</p>
<blockquote><p>Em fofoca não se deve acreditar, nem nas mais ingênuas. Jamais encorajá-las. Lembre-se que o fofoqueiro é um pombo-correio que leva e traz. O que ele estiver fofocando sobre o Beltrano ausente, provavelmente fofocará a seu respeito assim que você virar as costas. Corte habilmente o assinto ou retire-se sem muito alarde.</p>
<p><strong>Lembre-se do axioma n. 1</strong> do SwáSthya Yôga:  <strong>Não acredite</strong>. Esse é o nosso primeiro dispositivo para neutralizar fofocas.</p>
<p><strong>O dispositivo n. 2</strong> é não passar adiante nenhuma observação que mencione o nome de alguém. Se o comentário tiver nome, morre ali.</p>
<p><strong>O dispositivo n. 3</strong> é o acordo tácito entre nós de que quando alguém tiver algo a comentar, não mandará recado, mas sim falará diretamente com a pessoa interessada.</p>
<p><strong>O dispositivo n. 4</strong> é a confiança e a certeza de que nosso amigo ou companheiro está cumprindo o dispositivo número 3, acima.</p>
<p><strong>O dispositivo n. 5</strong> é o exercício usado na antiguidade e que chegou aos nossos tempos com o nome de telefone sem fio, o qual consiste em formar-se um círculo de pessoas e passar uma frase à primeira, para que ela passe adiante e assim sucessivamente até que chegue ao último do círculo. As distorções são tão grandes e absurdas que nos fazem compreender como surgem os falsos rumores. E, ao mesmo tempo, vacinam as pessoas mais inteligentes para que não acreditem no que ouvirem, seja lá de quem vier a notícia, até das mais críveis.</p>
<p><strong>Os quatro filtros</strong></p>
<p>Antes de passar um comentário adiante, pense:</p>
<ol>
<li>É verdade?</li>
<li>Tem certeza?</li>
<li>É útil?</li>
<li>Vai contribuir para fazer as pessoas mais felizes?</li>
</ol>
<p>Se não satisfazer a cada um desses crivos, não passe o comentário para frente. Utilizando este dispositivo, você estará praticamente protegido contra o vírus malsão dessa doença chamada fofoca.</p></blockquote>
<p>Cito aqui ainda um artigo do Alexandre possivelmente relacionado com este post. Neste artigo ele fala sobre o cantor Wilson Simonal e a difamação sofrida por ele. Aqui o link:  <a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/wilson-simonal-e-a-velha-historia-de-difamacao/">http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/wilson-simonal-e-a-velha-historia-de-difamacao/</a></p>
<p>Aproveitem!!</p>
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		<title>Uma entrevista que pode expandir seus horizontes!</title>
		<link>http://saritaborges.com/blog/arquivo/entrevista/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 03:59:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sary</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[António Mateus]]></category>
		<category><![CDATA[DeRose]]></category>
		<category><![CDATA[Método DeRose]]></category>

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		<description><![CDATA[Apresento a vocês hoje um entrevista muito bem feita pelo jornalista português António Mateus. O entrevistado é o educador DeRose. Digo que a entrevista foi bem conduzida pois o entrevistador tinha conhecimento do assunto em questão e soube fazer as perguntas adequadas. Assim, pudemos tirar o máximo proveito das respostas obtidas. O desenrolar da conversa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Apresento a vocês hoje um entrevista muito bem feita pelo jornalista português António Mateus. O entrevistado é o educador DeRose. Digo que a entrevista foi bem conduzida pois o entrevistador tinha conhecimento do assunto em questão e soube fazer as perguntas adequadas. Assim, pudemos tirar o máximo proveito das respostas obtidas.</p>
<p style="text-align: justify;">O desenrolar da conversa nos mostra uma filosofia de vida, uma cultura. Vale a pena se despir de velhos paradigmas e preconceitos bobos e tentar assimilar as boas idéias e formas de percepção da vida que esta conversa nos proporciona. Não há nada a perder mas há muito a ganhar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a title="Entrevista com DeRose" href="http://www.uni-yoga.org/entrevista_derose_tv.php" target="_blank">Clique aqui</a></strong> e faça o download da entrevista.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste assunto, há algum tempo venho criando o hábito de não acreditar. Não acreditar em desde aquilo que uma vizinha me diz na esquina até aquilo que vejo na tv, revistas ou internet. Isso porque é muito fácil que a mensagem não venha até mim (ou você) como realmente é. Prefiro ir em busca das informações, se possível na fonte, e assim conhecer muito bem os fatores ligados ao assunto para formar a minha opinião, que pode ser mudada a qualquer momento com base em novos conhecimentos adquiridos. Faço isso porque é o que gostaria que fizessem comigo ou perante o meu negócio, ou seja, que venham até ele para conhecê-lo e assim tirarem suas próprias conclusões, baseando-se no que se vê, no que se sente. Isso é muito importante pois do contrário acabamos sendo &#8220;maquininhas&#8221; de repetir e de agir, o que tira toda a originalidade e veracidade dos fatos. É muito feio e deselegante falar mal do que &#8211; ou de quem &#8211; não se conhece. O &#8220;não acredite&#8221; é o axioma número um do <a title="Método DeRose" href="http://www.metododerose.org" target="_blank">Método DeRose</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, gostaria muito que você assistisse à entrevista, e, se gostar, que divulgasse aos seus amigos. Invista uma hora do seu dia nesta conversa e perceba outras possibilidades. É uma bela forma de viver! Requer mudanças sim, mas &#8220;toda evolução pressupõe mudança&#8221; (<a title="Blog do Mallet" href="http://www.produtividade10.com/blog/" target="_blank">Ricardo Mallet</a>). E é rumo a ela que caminhamos.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><em>PS: Em Chapecó você encontra esta filosofia <a title="SwáSthya Chapecó" href="http://www.yogachapeco.com" target="_blank">aqui</a>.</em></p>
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